sábado, 12 de julho de 2014
Refletindo texto: " O modelo dos modelos"
Lucicleide dos Santos
Refletindo: Texto: “O modelo dos modelos” (Italo Calvino)
O AEE vem de encontro exatamente com a quebra de modelos perfeitos. O AEE entende a pessoa com deficiência em primeiro lugar como um ser humano dotado de potencialidades. Tais potencialidades/habilidades devem ser desenvolvidas respeitando a limitação da pessoa, e não exigir que todos executem os desafios propostos de uma única forma/modelo, utilizando a justificativa de ser a forma correta.
“A leitura de mundo precede a leitura da palavra” (Freire, 1988, p.09). Precisamos valorizar essa leitura de mundo para se beneficiar em atividades que exijam um conhecimento que vá além das palavras.
A escola como instituição que legitima a prática pedagógica e a formação de seus educandos, precisa romper com a perspectiva homogeneizadora e adotar estratégias para assegurar os direitos de aprendizagem de todos.
A Declaração de Salamanca (1994) defende que o princípio norteador da escola deve ser o de propiciar a mesma educação a todas as crianças, atendendo às demandas delas. Nesse pensamento, a inclusão traz como eixo norteador a legitimação da diferença (diferentes práticas pedagógicas) em uma mesma sala de aula para que o aluno com deficiência possa acessar o objeto de conhecimento por meios que eliminem as barreiras existentes. Isso poderá ocorrer por diversas alternativas (jogos, brincadeiras e experimentação de diferentes estratégias) – Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa/PNAIC- A Alfabetização de crianças com deficiência: Uma proposta inclusiva.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
AEE UFC 2013 JB: Recursos e Estratégias em Baixa Tecnologia para Ap...
AEE UFC 2013 JB: Recursos e Estratégias em Baixa Tecnologia para Ap...: Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das pessoas com TGD apresento abaixo algumas sugestões que podem favorecer a ampliação das forma...
AEE UFC 2013 JB: Bola de meia, bola de gude - Milton Nascimento
AEE UFC 2013 JB: Bola de meia, bola de gude - Milton Nascimento: http://www.youtube.com/watch?v=G9RS2BkbqHw Descrição e Audiodescrição – Bola de meia, bola de gude Milton Nascimento ...
Aprendendo com objetos de aprendizagem da web:"Fábrica de Tirinhas"
Aprendendo com objetos de aprendizagem da web: o trabalho desenvolvido na Sala de Recursos Multifuncionais.
Rosana Maria Damoso Fachini
Tema: O uso de objetos de aprendizagem disponíveis na web como recurso para desenvolvimento das habilidades intelectuais de alunos com deficiência intelectual.
Objetivos:
*Desenvolver habilidades intelectuais, tais como rapidez de raciocínio, planejamento e resolução de problemas, pensamento abstrato, compreensão de ideias complexas e aprendizagem pela experiência.
*Estimular a compreensão da função social da escrita e da leitura por meio das representações de imagens e da linguagem oral e escrita, na criação das narrativas.
*Ampliar o vocabulário oral e escrito.
Justificativa
Ao refletirmos sobre a avaliação pedagógica dos sujeitos com deficiência intelectual, entendemos que o Sistema 2012, proposto pela American Association on Mental Retardation (AAMR), avança na perspectiva multidimensional de olhar o sujeito, em relação aos demais sistemas classificatórios que focam na deficiência.
O Sistema 2012 estabelece cinco dimensões para a avaliação da deficiência intelectual: Dimensão I- Habilidades intelectuais; Dimensão II - Comportamento adaptativo;Dimensão III - Participação, interações e papéis sociais; Dimensão IV - Saúde; Dimensão V - Contextos.Essa avaliação, portanto, toma um caráter amplo e propõe que a deficiência intelectual seja considerada uma produção social, uma condição do sujeito que é construída em relação ao seu contexto.Conforme Carneiro (2008, p. 23), "Além da visão multidimensional, outro aspecto considerado mais avançado no discurso da AAMR é a proposta de um novo sistema de classificação baseado nas intensidades dos apoios necessários, enquanto os modelos mais utilizados de classificação da deficiência mental definem os níveis de severidade pelo QI ( leve, moderado, severo e profundo)".
A autora prossegue explicitando que, embora propor a intensidade dos apoios não seja algo novo, percebe-se, no teor do texto do Sistema2012, a crença de uma construção criteriosa de apoios, de caráter individualizado, portanto, dirigido ao sujeito que apresenta as limitações.
Nesse sentido, uma prática pedagógica com apoio da Tecnologia Assistiva para um aluno com deficiência intelectual precisa estar baseada no conhecimento das potencialidade do recurso, mas principalmente, do pr´prio sujeito. Dessa forma, as Tecnologias Assistivas podem aliar-se à rede de apoios necessários para propor a inclusão das pessoas com deficiência intelectual.
Pensando em um apoio pedagógico, a partir da Tecnologia Assistiva, para um sujeito com deficiência intelectual, que possa auxiliá-lo em ralação à Dimensão I - Habilidades intelectuais, buscou-se um recurso educacional que pudesse intensificar e qualificar os apoios e as estratégias pedagógicas nos aspectos referentes a essa dimensão.
O recurso escolhido foi um Objeto de Aprendizagem (AO). De acordo com Mason e Rennie por TAVARES et al (2007), "OA é um recurso (ou ferramenta) autocossiente do processo ensino-aprendizagem, isto é, não depende de outros objetos para fazer sentido (p. 124 e 125)". Após pesquisas nos repositórios disponíveis na web, foi escolhido o objeto de aprendizagem Fábrica de Tirinhas.
A escolha baseou-se na possibilidade da realização das atividades de forma lúdica e dinâmica, durante as duas horas semanais em que o aluno frequenta a sla de recursos. Esse recurso educacional oferece aos alunos, possibilidades de enriquecer o seu vocabulário e trabalhar com produção e interpretação de textos.
O aluno deverá escolher o cenário, as personagens, os objetos e os balões. Após, o aluno apertar o botão "voltar" para escolher o próximo quadro da sua história. Ao final, ela salva a história para depois imprimir.
Essa atividade deverá contribuir para a produção da escrita espontânea, além de permitir que o trabalho seja realizado em grupo.
Durante o decorrer dos trabalhos, será mensurado o progresso por meio da avaliação contínua, conferindo como o aluno constrói sua história:
-Identificar os personagens;
-Reconhecer os espaços onde ocorrem as histórias;
-Descrever os cenários;
-Estabelecer conexões entre a história (escolha dos personagens, nenário e objetos e da construção da narrativa-balões de diálogo)e seus conhecimentos prévios, suas vivências, suas crenças e seus valores;
-Ouvir com atenção os textos contados;
-Participar dos comentários.
Disponível em www.proativa.vdl.ufc.br/oa/tirinhas/tirinhas.html
Referência:
Caderno Pedagógico - Curso de Formação de Professores em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis.
http://www.proativa.vdl.ufc.br/oa.php?id=0
terça-feira, 22 de abril de 2014
Surdocegueira X DMU
Surdocegueira X DMU
No que se diferenciam a Surdocegueira e a DMU.
A surdocegueira é uma deficiência única, as pessoas com surdocegueira não são classificadas como múltiplas, pois quando elas têm oportunidades interagem com o meio e com as pessoas adequadamente; Para Lagati (1995, p.306) a surdocegueira é uma condição que apresenta outras dificuldades além daquelas causadas pela cegueira e pela surdez. O termo hifenizado indica uma condição que somaria as dificuldades da surdez e da cegueira. A palavra sem hífen indicaria uma diferença, uma condição única e o impacto da perda dupla é multiplicativo e não aditivo. O que caracteriza a múltipla deficiência é o nível de desenvolvimento, as possibilidades funcionais, de comunicação, interação social e de aprendizagem que determinam as necessidades educacionais dessas pessoas (MEC-2006). Deficiência múltipla é a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (intelectual/visual/auditiva/física), com comprometimentos que acarretam consequências no seu desenvolvimento global e na sua capacidade adaptativa.
Necessidades da pessoa com múltiplas deficiência.
Nunes (2002), agrupou em três blocos as necessidades da pessoas com múltiplas deficiência.
Necessidades físicas e médicas: limitações sensoriais (visual e auditiva),convulsões, controle respiratório e pulmonar, problemas com deglutição e mastigação, saúde mais frágil com pouca resistência física;
Necessidades Emocionais: afeto, atenção, oportunidades de interagir com o meio e com o outro, desenvolver relações sociais e afetivas, estabelecer uma relação de confiança;
Necessidades Educativas: uma abordagem educacional que priorize o trabalho em equipe, o modelo de colaboração na qual a comunicação seja a prioridade central, buscar organizar o mundo da pessoa por meio do estabelecimento de rotinas claras e comunicação adequada, desenvolver atividades multissensorial, oferecer uma aprendizagem significativa, o ambiente deve ser reativo, deve respeitar o tempo de resposta da pessoa com deficiência múltipla, as habilidades de fazer escolhas deve estar dentro de suas atividades programadas.
Estratégias utilizadas para a aquisição de comunicação.
Para que a comunicação ocorra são necessários quatro elementos: o emissor ou locutor, o receptor, o tópico, o meio de expressá-lo.
A comunicação alternativa e aumentativa são os sistemas usados para dar suporte às habilidades comunicativas do indivíduo que usam um pouco de fala, vocalizações ou sons e gestos ou comportamentos para se comunicar, mas não de maneira efetiva.
Deve ser considerado o estágio de comunicação que a pessoa se encontra e suas habilidades motoras para só depois escolher o sistema de comunicação a ser trabalhado.
Sistema de calendário-trabalha a comunicação formas/símbolos, as funções comunicativas, o desenvolvimento do tema, as conversas sociais;
Calendário de antecipação – para desenvolver habilidades de comunicação, tempo, apoio emocional, cognição;
Uso das mãos;
Caderno de comunicação;
Uso do sistema Braille;
Comunicação não simbólica- fixação do olhar, expressões faciais, vocalizações e gestos naturais, gestos individualizados/personalizados;
Pastas com objetos símbolos;
Desenhos contornados;
Livros de conversação;
Passaporte para comunicação
quarta-feira, 2 de abril de 2014
AEE para Alunos com Surdez
A disciplina AEE para pessoa com surdez trouxe a proposta de estudo da metodologia a ser implantada no AEE para o atendimento dos alunos com surdez. Foi realizado um estudo investigativo de um caso real, apresentado pela disciplina, com a proposta metodológica de compreender e entender a natureza do problema, visando propor soluções e elaborar o plano de AEE do aluno.
As referências bibliográficas que nortearam o trabalho proposto pela disciplina foram disponibilizadas por meio de vídeos, análise de documentos, avaliações escritas, desenhos e pareceres médicos. Os referenciais teóricos enfatizam em sumo a trajetória histórica sobre a educação escolar das pessoas com surdez, tendo como objetivo relembrar como esta história se delineou ao longo dos tempos; Uma reflexão sobre a educação escolar de alunos com surdez na escola comum, análise das questões e os avanços contemporâneos na visão paradigmática inclusiva.
Através das leituras pode-se perceber as dificuldades enfrentadas pela pessoa com surdez para ter acesso a educação; A importância e a necessidade de se pensar em novas práticas pedagógicas, que venham a valorizar as diferenças e o potencial humano; A forma de perceber a pessoa com surdez como um ser dotado de potencialidade, uma pessoa que com os estímulos devidos será capaz de transformar sua realidade na posição de um cidadão crítico e construtivo; Foi analisada a proposta da perspectiva inclusiva e destacou-se a influência negativa que a mesma provoca na formação da pessoa com surdez, seja na escola ou no meio social; Foi concluído, que a língua não é, e nem deve se apontada como a principal causa para o fracasso escolar da pessoa com surdez, pois o foco do fracasso escolar está diretamente relacionado com a qualidade e a eficiência das práticas pedagógicas.
O AEE para alunos com surdez na perspectiva inclusiva, prioriza a compreensão e o reconhecimento do potencial e as capacidades dessas pessoas. Conforme Damásio(2007), o AEE para alunos com surdez, envolve três momentos didáticos-pedagógicos:AEE em Libras; AEE de Libras e o AEE de Língua Portuguesa. O AEE em Libras oferece ao aluno com surdez os conteúdos escolares explorados em Libras, por um professor preferencialmente surdo. Esse tipo de trabalho deve ser oferecido diariamente, no contra turno da sala regular; O AEE em Língua Portuguesa na modalidade escrita é orientada pela concepção bilíngue. Este momento didático-pedagógico deve acontecer em sala de recursos multifuncionais, em horário oposto ao da sala de aula comum, envolvendo a articulação dos professores do AEE e o da sala regular. O professor para ensinar a Língua Portuguesa deve ter formação em Letras. O AEE em Língua Portuguesa tem por objetivo desenvolver competências linguísticas e textual dos alunos com surdez.
sábado, 30 de novembro de 2013
A audiodescrição e suas implicações pedagógicas
TERÇA-FEIRA, 19 DE NOVEMBRO DE 2013
A audiodescrição e suas implicações pedagógicas
Como forma de promover a cooperação dos demais alunos de sala de aula em relação ao aluno cego ou com baixa visão, No papel de professor mediador, passaria para a turma o filme: Eu Não Quero Voltar Sozinho. É possível assisti-lo no youtube. O filme existe em áudio descrição e também sem áudio descrição.
Faria uma vivência entre eles no sentido de chamar suas atenções para as especificidades da pessoa com deficiência visual e a importância da tecnologia assistiva para as pessoas com deficiência de um modo em geral. A partir desta experiência, despertar o vínculo de proximidade e afetividade entre colegas, uma vez que tentariam se colocar na condição da pessoa cega por alguns momentos.
Por fim, trata-se de um filme de curta-metragem em que é possível trabalhar com questões ligadas a sexualidade, preconceitos e respeito a multiplicidades. Uma dinâmica que seria de grande valia ao trabalhar também com o corpo de professores da escola, no sentido de chamar atenção a respeito da promoção da acessibilidade para o aluno com cegueira o baixa visão.
Deste modo, pediria para que assistissem de olhos vendados, primeiro, sem o recurso de tecnologia assistiva e faria algumas perguntas:
- Em que posição fica Léo em relação A giovana quando os dois conversam nos intervalos, na escola?
- De que maneira Léo vai para casa, sempre que retornam da escola?
- O que você imagina que Léo está fazendo ao ficar no quarto sozinho, quando Gabriel vai ao banheiro?
- No final do filme, quando Giovana retorna do almoço na casa da avó e Léo pergunta para ela acerca do moleton de Gabriel, o que você acredita que possa ter ocorrido?
Depois que respondem a todas as perguntas ou a outras que possam considerar importantes, pedirias para que assistissem novamente, agora com o recurso da audiodescrição....
Encerraria a atividade, pedindo para que descrevessem suas impressões ao terem que acompanhar o filme com a venda. As diferenças entre o que realmente ocorria nas cenas e o que foi imaginado por cada um e uma pergunta final:
- Por que o título "Eu não quero voltar sozinho?"
Pode-se, aí, abordar a questão do preconceito em relação à homossexualidade.... Se uma pessoa sem deficiência já enfrenta desafios homéricos para assumir sua orientação sexual, apesar de tantas mudanças já percebidas, imaginemos, então, a situação do Léo: adolescente cego que dá-se conta que é gay e sua melhor amiga o deixa....
Quantas questões passaram-se pela cabeça dele na caminhada até à casa, sozinho?
Quantos medos? Angústias?
Filme sem áudio descrição: http://www.youtube.com/watch?v=vL2TmhsK4sM
Filme com áudio descrição: http://www.youtube.com/watch?v=i585FRIGWus.
Artigo de Gilmar Amaral, publicado em AEE
Outras informações sobre audiodescrição:
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Trailer Colegas - O Filme com audiodescrição
http://www.youtube.com/v/M3c1joyTWgc?autohide=1&version=3&attribution_tag=O9-qZqZq9QWQ7CzN_bpwqA&autoplay=1&feature=share&showinfo=1&autohide=1
Trailer Colegas - O Filme com audiodescrição
http://www.youtube.com/v/M3c1joyTWgc?autohide=1&version=3&attribution_tag=O9-qZqZq9QWQ7CzN_bpwqA&autoplay=1&feature=share&showinfo=1&autohide=1
domingo, 20 de outubro de 2013
Jogos Didáticos para crianças com deficiência Intelectual
Bingo dos Sons Iniciais
Esse jogo pode ser trabalhado no primeiro ano do Ensino Fundamental, o aluno com deficiencia intelectual, pode se favorecer do material que é composto de cartelas com figuras e por suas palavras correspondentes. Caso o professor ache necessário pode realizar adaptações no jogo, como a confecção de cartelas com figuras maiores. No caso de alunos com deficiência motora, eles também se favorecerão do jogo se o professor, apartir de seus impedimentos, conseguir confeccionar cartelas com material mais grosso que favoreça pegar o material. É importante não exigir dos alunos a soletração das palavras, respeitando as possibilidades de desenvolvimento de seus alunos com deficiência e atendendo aos objetivos didáticos já existentes no jogo. Todos os objetivos didáticos podem ser atingidos sem o uso da fala e, posteriormente, o aluno com deficiência poderá utilizar de outros recursos para ler e escrever.
Jogos de alfabetização MEC do programa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
Esse jogo pode ser trabalhado no primeiro ano do Ensino Fundamental, o aluno com deficiencia intelectual, pode se favorecer do material que é composto de cartelas com figuras e por suas palavras correspondentes. Caso o professor ache necessário pode realizar adaptações no jogo, como a confecção de cartelas com figuras maiores. No caso de alunos com deficiência motora, eles também se favorecerão do jogo se o professor, apartir de seus impedimentos, conseguir confeccionar cartelas com material mais grosso que favoreça pegar o material. É importante não exigir dos alunos a soletração das palavras, respeitando as possibilidades de desenvolvimento de seus alunos com deficiência e atendendo aos objetivos didáticos já existentes no jogo. Todos os objetivos didáticos podem ser atingidos sem o uso da fala e, posteriormente, o aluno com deficiência poderá utilizar de outros recursos para ler e escrever.
Jogos de alfabetização MEC do programa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
sábado, 21 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Recurso de Tecnologia Assistiva - Deficiência Física
Aranha Mola - O Facilitador para Escrita, "Aranha Mola", é um receptor de lápis, pincel e caneta. Com a finalidade de auxiliar o usuário nas tarefas mais simples como escrever e pintar, também tem como objetivo reeducar, estabilizar e auxiliar no movimento. Sua principal função é manter atividade controlada da pinça polpa-polpa com realinhamento articular. A Sugestão Terapêutica mais indicada é para sequelas de mão hemiplégica, traumatologia (pós-operatório polegar), casos específicos de reeducação da mão. O Facilitador para Escrita, Aranha Mola, é indispensável para esses pacientes que necessitam de uma ajuda extra. Prática e eficiente, o Facilitador para Escrita. Estabiliza, facilita ou substitui a preensão de caneta, lápis ou pincel. Pode ser usada entre quaisquer dedos. Indicação: Indicado para casos de paralisia cerebral, AVEs, pós operatório do polegar, tendinites, lesão medular e outros, onde se deseja facilitar, reeducar ou substituir a preensão necessária para a escrita. http://www.futurasaude.com.br/facilitador-para-escrita-aranha-mola-expans-o
terça-feira, 3 de setembro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Cartilha do Ministério da Saúde Autismo
Boa noite prezados(as) visitantes,
é muito fácil você baixar a cartilha sobre Autismo, veja:
http://estatico.redeglobo.globo.com/2013/08/02/Cartilha_Autismo.pdf
Gente é muito esclarecedora, legal mesmo!
Quando vocês acessarem este endereço, lá embaixo tem um espaço para realizar um cadastro, se possível façam. Vocês vão ter acesso a muita informação sobre o Autismo.
Desejo a todos (as) bons estudos!
domingo, 4 de agosto de 2013
AEE E nquetes X Pesquisas
Curso de Formação Continuada de Professores para o AEE
T28A
Aluna: Lucicleide dos Santos
AEE Enquetes X Pesquisas
A pesquisa mostra uma diferença no processo de inclusão entre os municípios. Existe diferença na quantidade de do espaços que ocorre o atendimento educacional especializado e ocorre semelhança na questão materiais de recursos não disponível nas salas de recursos multifuncionais.
A escola especial tem sua grande importância no que diz respeito a propriedade de conhecimento referente as especificidades da pessoa com deficiência, as escolas especiais têm bagagem no trabalhar com as diversidades das pessoas que configuram seu público alvo. Mas para a proposta de inclusão não estabelecem relação com os objetivos da proposta, já que na sua prática ocorre a segregação da pessoa com deficiência e a proposta da inclusão é justamente juntar todos em um mesmo espaço e promover condições para que as acentuadas condições de aprendizagens que cada um apresente sejam reduzidas ao máximo possível, permitindo dessa forma que todos aprendam e ainda que essa aprendizagem seja realizada respeitando as limitações de cada aluno. Para que essa situação ocorra dentro da sala de aula , na escola e na sociedade a Educação Especial, oferece um serviço de Atendimento Educacional Especializado, que por meio de um professor especialista que vem intermediar o processo de ensino aprendizagem entre o aluno com necessidades especiais, o professor e os demais alunos da sala de aula regular. Identificando,elaborando e organizando recursos pedagógicos e de acessibilidade o professor do AEE busca eliminar as barreiras que impossibilitam a plena participação dos alunos, público alvo da Educação Especial.
NO município do Rio de Janeiro os dados da pesquisa de município apresentam a existência de 314 salas de recursos multifuncionais em funcionamento, enquanto que em Salvador tem apenas 95.
AEE Fechamento_Lucicleide
Curso de Formação Continuada de Professores para o AEE
Turma A28 Disciplina AEE
Aluna: Lucicleide dos Santos
O professor do AEE tem o papel de identificar as especificidades dos alunos com necessidades especiais de aprendizagem, elaborar atividades e prover recursos que permitam o acesso desses alunos na sala de aula, oferecendo a eles igualdade de condições para que ocorra o processo de ensino aprendizagem. O profissional especialista da sala multifuncional deve trabalhar com o seu público alvo considerando as quatro áreas de desenvolvimento a afetiva, a social, a física e por último a cognitiva. É de competência do professor da sala multifuncional desenvolver em parceria com o professor da sala regular estratégias de ensino que venham eliminar as barreiras educacionais dos alunos com necessidades especiais de aprendizagem. É atribuição do professor do AEE a orientação a família e a equipe escolar sobre as leis que asseguram os direitos da pessoa com deficiência.
Na perspectiva da inclusão escolar o professor do AEE deve orientar os profissionais da escola envolvidos com projetos e eventos, da necessidade e do direito dos alunos especiais estarem inseridos da mesma forma que os demais alunos da escola, considerando as limitações de cada um.
O estudo de caso é um norte para o professor do AEE. É a partir do estudo de caso que o professor poderá elaborar o plano de atendimento individual do aluno.
O plano do AEE é a ferramenta norteadora do trabalho que deve ser realizado com cada aluno. Ele trás as necessidades dentro das especificidades de cada aluno. Ao elaborar o plano de atendimento do aluno o professor da sala de recurso aciona um mecanismo que permite o acompanhamento no que diz respeito ao desenvolvimento do seu aluno. Permite que ao mesmo tempo o professor realize um atendimento personalizado e uma avaliação contínua do seu trabalho como também do desenvolvimento do aluno.
domingo, 21 de julho de 2013
POEMA DO AMIGO APRENDIZ
“POEMA DO AMIGO APRENDIZ”
QUERO SER SEU AMIGO...
NEM DE MAIS E NEM DE MENOS.
NEM TÃO LONGE E NEM TÃO PERTO.
NA MEDIDA MAIS PRECISA QUE EU PUDER.
MAS AMAR-TE, SEM MEDIDA.
E FICAR NA TUA VIDA
DA MANEIRA MAIS DISCRETA QUE EU SOUBER.
SEM TIRAR-TE A LIBERDADE.
SEM JAMAIS TE SUFOCAR.
SEM FORÇAR TUA VONTADE.
SEM FALAR QUANDO FOR HORA DE CALAR.
E SEM CALAR QUANDO FOR HORA DE FALAR.
NEM AUSENTE E NEM PRESENTE POR DEMAIS.
SIMPLESMENTE, CALMAMENTE, SER-TE PAZ...
É BONITO SER AMIGO...
MAS CONFESSO, É TÃO DIFÍCIL APRENDER
E POR ISSO EU TE SUPLICO PACIÊNCIA.
VOU ENCHER ESTE TEU ROSTO DE LEMBRANÇAS!
DÁ-ME UM TEMPO DE ACERTAR NOSSAS
DISTÂNCIAS!
QUEM ENCONTROU UM AMIGO... TEM O MAIOR TESOURO QUE A VIDA NOS PODERIA DAR...
FONTE: http://www.esoterikha.com
FELIZ DIA DO AMIGO!!!
Professora:Cleide
20 de julho de 2013
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